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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ter ou não filhos um projeto de vida

Oi meninas estou com um desejo enorme de ser mãe, mas meu esposo acha que ainda não é a hora, eu vejo minha amigas grávidas e a minha vontade se reacende, sei que tenho só um aninho de casada mas não queria ter filho velha, eu e meu marido precisamos mudar muita coisa em nossa vida, conquistas, reformas, mas será que tem um tempo certo de engravidar, por enquanto vou me contentando com os pimpolhos das minhas queridas, srrsr

vou colocar uma matéria bem interessante sobre o assunto leiam e opinem.


Beijos a todas


Eis uma questão onde a ambivalência de emoções está presente a cada dia, mesmo quando um dos parceiros diga que sempre fez parte de seus planos a maternidade ou paternidade. Em algum momento a dúvida se instala, os mais variados temores se manifestam e até se dá graças quando a gravidez não se torna real. Homens e mulheres vivenciam a mesma alternância de intensas emoções.


Desde que o mercado de trabalho evoluiu no sentido de oferecer melhores oportunidades de desenvolvimento e crescimento para a mulher, exigindo sua presença na participação do orçamento doméstico e familiar ou mesmo para assumi-lo completamente,ela está cada vez mais adiando o projeto da maternidade para um momento de maior estabilidade financeira e emocional.

O relógio biológico já não causa a mesma preocupação, porque há outros métodos a se apoiar e a serem considerados.

Não é rara a mulher que decide investir toda sua energia e vitalidade no sucesso profissional, vivendo a vida como autêntica executiva que é, com viagens, reuniões e compromissos inadiáveis.

Muitos homens também não têm como objetivo primordial a constituição de uma família. Querem curtir a vida a dois ou com amigos sem filhos, sem as preocupações com horários e cuidados básicos que a criança muito nova exige.

Alguns casais decidem adotar bichinho de estimação na esperança de preencher a lacuna deixada pelo vazio de crianças correndo e brincando pela casa. Pode surtir efeito por um tempo, pois não deixa de ser novidade mas, obviamente, é tão diferente quanto frustrante para quem deseja ter um filho.

Outros homens se ressentem quando a escolha da parceira não é igual à que ele possui, uma vez que o corpo que irá abrigar o futuro ser é dela e, sendo assim, o peso da decisão dela é maior.

Mas os motivos para se decidir se terão ou não filhos e o momento de iniciar uma família são diversos e podem ser conscientes ou inconscientes e envolvem a história de cada um, da família da qual descendem, o momento que estão vivenciando, o medo de não dar conta das novas responsabilidades que virão e que serão para a vida toda, temor de perder ou de dividir o amor do outro em prol do bebê.

Vai-se formando, assim, uma etapa crítica na vida do casal, porque se apenas um está envolvido com o desejo de ter filho, a distância entre os dois vai-se fazer presente e aumenta, desentruturando uma relação que parecia equilibrada e sólida.

Alguns casamentos não resistem e tão logo a relação termine e, com certa frequência, alguém já inicia a formação de uma família com outra pessoa.

Por ser um projeto de vida da maior seriedade e importância, que envolve mudanças profundamente significativas, seria ideal que fosse abordado muito cedo na relação, quando cada um pudesse expressar livremente o que pensa e sente a respeito e mesmo se, porventura, mudasse de opinião ao longo do tempo, para que não haja uma quebra muito grande de expectativas sobre o que esperar do parceiro e as mudanças que ocorressem pudessem ser elaboradas e superadas.

Ana Maria Morateli da Silva Rico
Psicóloga Clínica

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